07/07/2021 às 07h58min - Atualizada em 07/07/2021 às 07h58min

Profissionais da Educação dizem que não vão voltar às salas de aula até que todos sejam vacinados contra Covid-19 em MT

Conforme o Sintep, as mais de 30 mortes de profissionais da Educação no estado exigem o combate a aglomerações, como acontece nas escolas públicas.

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Vacinação contra Covid-19 em profissionais de Educação em MT — Foto: Pedro Ribas/Divulgação/Prefeitura de Curitiba
Os profissionais da Educação de Mato Grosso decidiram não retomar as aulas presenciais até que todos sejam vacinados contra a Covid-19. A decisão foi tomada durante reunião do Conselho de Representantes do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), no sábado e domingo (3 e 4).
 
A Secretaria Estadual de Educação (Seduc) foi procurada pelo G1, mas não respondeu até a publicação da matéria.
 
Conforme o Sintep, as mais de 30 mortes de profissionais da Educação no estado exigem o combate a aglomerações, como acontece nas escolas públicas. A medida é uma forma de amenizar os riscos à saúde coletiva.
 
Ainda de acordo com o sindicato, a defesa pela vida é reafirmada diante da crise sanitária, da baixa cobertura vacinal, somadas à ausência de condições estruturais nas unidades escolares para efetivar protocolos de segurança.
“O home office permanecerá até que os governos garantam a imunização, bem como as condições para a presença nas escolas”, destacou o presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira.
 
Para o presidente do Sintep, a atividade remota presencial nas escolas, determinada pela Portaria nº 399/2021, foi mais uma ação arbitrária do governo estadual, pois as aulas virtuais podem ser efetivadas da mesma forma na escola ou na casa dos professores.
 
A categoria reafirma essa defesa e fará enfrentamento judicial, se necessário, diante das ameaças do governo de cortar ponto dos profissionais que não comparecerem às unidades.
 
“Estamos há seis meses aguardando resposta da Secretaria Estadual de
Educação para ofícios que o Sintep/MT protocolou com objetivo de debater essa e outras demandas da educação. Contudo, o governo tem agido de forma arbitrária e impositiva com as demandas da categoria”, relatou o presidente do Sintep/MT.
 

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