02/03/2022 às 17h05min - Atualizada em 02/03/2022 às 17h05min

Wellington diz que PL pretende eleger até 7 deputados em MT

Senador, que tenta a reeleição, espera que ao menos 20 deputados federais migrem para a sigla no País

Cíntia Borges e Douglas Trielli
Regional News/Mídia News

Presidente do PL Mato Grosso, o senador Wellington Fagundes prevê um crescimento vertiginoso do partido no Brasil em 2022. Ele acredita que a sigla poderá ter a maior bancada no Congresso Federal ainda este ano.

 

Em Mato Grosso, o projeto do PL é ocupar até sete cadeiras na Assembleia, três na Câmara Federal e consolidar a reeleição de Wellington. 

 

“Nós precisamos construir uma aliança forte. Para isso estou construindo o partido. Nós temos uma chapa de federal praticamente montada, e estadual em construção. Porque não tem coligações, e com certeza o PL irá eleger o maior número de deputados estaduais e federais”, disse.

 

O PL estadual não elegeu nenhum deputado estadual, nem federal nas eleições de 2018. Com a ida do presidente à sigla, já houve a filiação do deputado estadual Elizeu Nascimento, e está programada a filiação do Delegado Claudinei Lopes e Gilberto Cattani, ambos do União Brasil.  O deputado federal Nelson Barbudo também deve se filiar à sigla nos próximos dias.

 

Janela  

 

A janela partidária, que permite que parlamentares da Câmara e Senado troquem de sigla, abre nesta quinta-feira (3), conforme Legislação Eleitoral.

 

Segundo Wellington, a expectativa é que ao menos 20 deputados federais migrem para o PL em todo Brasil.

 

“O PL hoje é o partido mais organizado do Brasil. É o terceiro partido, com 43 deputados. Tínhamos quatro senadores, e com a vinda do Bolsonaro nossa expectativa é nos tornar o maior ou o segundo maior do Brasil. Deverá vir aproximadamente 20 deputados, mais senadores”, afirmou.

 

Ele apontou que já há uma conversão grande à sigla, como no Rio de Janeiro, com todos os três senadores e o governador Claudio Castro.

 

Em Mato Grosso os trabalhos devem ser focados no fortalecimento para que o Estado seja um reduto eleitoral do presidente. 

 

“O foco é a reeleição de Bolsonaro. É a primeira vez que o PL tem um candidato próprio à Presidência da República”, disse.

 

 

 

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