27/08/2021 às 09h03min - Atualizada em 27/08/2021 às 09h03min

MT lidera geração de emprego no país com criação de mais de 60 mil novas vagas nos 7 primeiros meses de 2021

No período, foram registradas 274.683 contratações e 213.548 demissões, o que corresponde a uma variação positiva de 8,27%.

G1 MT
Emprego, Paraná, carteira de trabalho, trabalhador, Caged — Foto: Reprodução/RPC
       Mato Grosso é o estado brasileiro com maior variação positiva na geração de empregos, com 8,27% entre janeiro e julho deste ano, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (25).
No período, foram registradas 274.683 contratações e 213.548 demissões, gerando um saldo de 61.135 vagas de emprego.
O saldo é contabilizado pela diferença entre as contratações e as demissões.
 

Veja os dados por setor:

  • Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 2.891;
  • Indústria: 2.470 postos de trabalho – 121 em indústrias extrativas, 2.237 em indústrias de transformação, 88 de eletricidade e gás, e 24 de água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação;
  • Construção: 861 vagas;
  • Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 2.506;
  • Serviços: 2.724.
Em julho deste ano, MT registrou 43.240 admissões e 31.788 demissões e a variação relativa em relação ao estoque (quantidade total de vínculos celetistas ativos) em relação a junho, deixou o estado em segundo lugar, com 11.452 postos, o que corresponde a 1,45%, atrás apenas do Amazonas, que somou 7.286 postos (+1,68%).
E, em julho de 2021, os dados registraram saldo positivo no nível de emprego nos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas: serviços, distribuído principalmente nas atividades de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas; comércio; indústria geral, concentrado na indústria de transformação; construção; e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura.
 

Programa de manutenção do emprego

Segundo o Ministério da Economia, o comportamento do emprego formal, neste ano, ainda sofre influência do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda de 2020.
Isso porque os empregadores, para obterem os benefícios do programa, têm de manter o emprego do trabalhador por igual período de tempo da suspensão do contrato, ou redução da jornada.
Em abril, o governo federal relançou o programa, nos mesmos moldes da Medida Provisória 936, convertida na Lei 14.020/2020, que vigorou por 8 meses no ano passado e atingiu quase 10 milhões de trabalhadores.

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